sábado, 8 de outubro de 2011

Humor com Buracos...

Esta vida é um buraco!
Aos mais sensíveis as minhas desculpas,
Mas esta vida é mesmo um buraco.
Que sina...
Esta vida é um buraco!
Um gajo nasce por um buraco!
Come por um buraco!
Fala por um buraco!
Mija por um buraco!
Caga por um buraco!
Respira por um buraco!
Ouve através dum buraco!
Faz amor num buraco!
E, como se isso não bastasse, morre e é metido num buraco!
Que se lixem lá os buracos! Isto é demais...
A ilha da Madeira mudou o nome: agora é a Ilha do Buraco!
Portugal é também um grande buraco!
São buracos nos bancos; Buracos nas empresas;
Buracos nos hospitais; Buracos no governo e buracos no inferno!
Não há buracos no céu! Porque o São Pedro no seu dever,
Mandou compor o telhado, para não estar sempre a chover...
Caso contrário, haveria fugas de santos; 
Cairiam nos buracos da terra, porque são tantos;
Até mesmo na Igreja, existem buracos sem que a gente veja;
Há buracos na sacristia; No baptistério ao lado da pia,
Onde podemos cair mesmo durante o dia;
Há buracos nas confissões, onde os aldrabões,
Criam buracos ao padre, se calhar, o que não era de admirar
Porque também há buracos em Vilar!
Assim aparecem buracos em tudo quanto é lugar!
Buracos à esquerda; Buracos à direita;
Buracos ao centro; Buracos de bloco;
Buracos diversos e sem estofo;
Buracos virados para baixo e outros virados para cima;
Buracos inclinados; Buracos torcidos;
Buracos de boca grande ou pequena;
Buracos de rombos nos cascos;
Buracos nas garrafas e nos frascos;
Buracos nas agulhas; Buracos nas chaminés;
Buracos nos bombeiros; Nas fanfarras e oboés;
Mais buracos nas forças armadas, com a entrada de saias;
Buracos aos milhares; Buracos com furos no meio;
Buracos no bidé e no chuveiro;
Buracos na sanita, onde até a merda se agita,
Perguntando aflita, porque há tantos buracos?
E toda a gente grita... Buracos sem tom nem fim;
Buracos, buracos, buracos no Jardim!
São calças novas com buracos; São cuecas com buracos;
Soutiens com buracos; São buracos a mais!
A gente não tem para onde fugir. Está tudo esburacado…
Ao mais pequeno descuido, caímos nalgum buraco…
PS – Por falar em buracos, lembro-te que nunca,
mas mesmo nunca, vires o cu para um chinês,
porque eles abrem uma loja em qualquer buraco!
Para falar com franqueza
E com acertado juízo
Eu tenho a firme certeza
Que neste paraíso
Sobre o total de buracos
Seria de todo preciso
Para mostrar números exactos
Que houvesse mais siso
Nesta república de macacos...

ATVerde

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Passatempo...


Humor – Teste de Português

1 - Qual o sujeito da oração <Ele e eu somos da mesma equipa>?
               a) Ele e eu.
               b) Oração? Tenha mas é respeito!
c) Ele? Mas quem é ele?
d) Na catequese nunca aprendi esta oração.

2 – Como se designa um conjunto de cabras?
a)      Fato.
b)      Caaabras?
c)      Para que é que vocês querem saber?
d)      Querem mesmo que eu diga?

3 – As palavras <segar e cegar> são:
a)      Homófonas
b)      Muito parecidas
c)      Não trocam nenhuma letra?
d)      E qual o interesse disto?

4 – Qual destas palavras designa um conjunto de castanheiros?
a)      Souto
b)      Silva
c)      Magusto
d)      Conjuntivite

5 - Não vás por aí, é uma frase…
a)      Imperativa negativa
b)      Proibitiva
c)      Eu vou por onde quero, ninguém tem nada com isso…
d)      E desde quando é que tu mandas em mim?

6 – Na frase <o árbitro errou ao não assinalar penalidade>, qual é o sujeito?
a)      Assim de repente… qual foi o jogo?
b)      Errou? Eu dou-vos o “errou”…
c)      Não interessa, são todos iguais…
d)      Isso também eu pergunto… quem é, quem?!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

No mundo do sexo sem nexo...

Neste mundo de sexo
De mente, pouco intelectual
Há muita gente sem nexo
E, com falta de moral…
Muito carecida de ética
Sem o mínimo preconceito
Formando uma seita alérgica
Ao fundamento do respeito
Onde entra também a lésbica
Com seu ideal imperfeito…
As ofensas são enormes
Aos dois sexos em geral
E julgam-nos conformes
A ambos por igual…
Cada sexo sua função
Na magia da natureza
Onde a falta de compreensão
Lhe tiram a própria beleza…
Cuja finalidade é a criação
De um digno ser humano
Mas, deturpa-se a imaginação
E altera-se o real plano…
Omite-se o sexo normal
Contrariando a consciência
Pratica-se o sexo oral
Com laivos de demência…
Envereda-se pelo sexo anal
Como prova de opulência
Onde o homossexual
Pede benévola clemência
E, tudo acaba, afinal
Com os méritos da inteligência…
Fazem da vagina um iogurte
Do pénis um chupa-chupa
Do ânus um rezourt
Dessas orgias – kamasutra…
Lambem o iogurte com energia
Com a língua no invólucro
Por tudo quanto é estria
Tornando-o quase inócuo…
No chupa-chupa em alto grau
Como se fosse um gelado
Ficam lambendo o pau
Depois de ter acabado…
Do ânus, qual latrina
Da náusea das fezes ou merda
Voltam depois à vagina
Para recuperarem a perda…
E, em orgias constantes
Onde entra o homossexual
Não é nada como dantes
Neste mundo animal…
Porque é difícil ser santo
Com tantos falsos amores
Duma natureza virtual
Com lésbicas e Castelo-Branco
Havendo muitos ou piores
No mundo e em Portugal…


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O Valor da Árvore...

No princípio do mundo a terra estava vazia e deserta. A vida era um caos, o Criador num acto de Amor, lembra-se:
Vamos embelezar e dar vida ao planeta Terra. Faz surgir árvores, arbustos e plantas de toda a espécie: árvores altas e baixas; árvores que dão fruto ou que só dão flor; árvores de folha perene e folha caduca.
Assim se forma a floresta e aí, as robustas e de grande porte tentam impedir que as mais frágeis possam crescer. Mas, algumas mais corajosas e teimosas, direitas ou tortas, a custo conseguem romper, espreguiçando os seus ramos pelas clareiras das maiores à procura do sol criador.
Algumas árvores presenteiam-nos com saborosos frutos, enquanto outras nos ferem com seus espinhos.

Estas rosas que te dou,
Tirei-lhe os espinhos
Para te mostrar quem sou
No valor dos meus carinhos…
Sem pétalas, quase nuas
Rosas, por vezes daninhas
Evitando picar as mãos tuas
Para não ferir as minhas…
Porque, na ansiedade de amar
Como abelha no pólen da flor
Por descuido, podemos picar
O nosso verdadeiro amor…

No Verão, a árvore abriga com sua a sombra e refresca aliada com a suave brisa, o casal de namorados, o trabalhador cansado, a mãe que amamenta o seu filho, os animais e aves, o caminhante e peregrino que, todos, procuraram o manto dos seus ramos para saciar ou suavizar as suas loucuras ou agonias quotidianas da vida…
No Inverno, a sua lenha ardendo na lareira, é calor que aquece o pobre e o rico. O oxigénio que produz, no mundo é vida e saúde.
Como se ainda não bastasse, a árvore amiga, ao homem com a sua madeira, torna-se num elemento substancial para a construção da sua casa. Na morte, dás-lhe ainda protecção, não experimentando logo o peso da terra agreste, fria, servindo-lhe de caixão.
Homem, uma das tuas missões é cuidar e guardar a floresta, gozar a sua beleza e usufruir de toda a sua riqueza.
Esqueces que foi para isso que Deus te chamou à existência? Que fazes tu, homem? Por cobiça ou ciúme destróis a floresta que te dá o oxigénio da vida. És mal agradecido, fazes mal a quem te faz bem.
Empregaste a própria árvore, tu, homem, fazendo dela uma cruz, para crucificar aquele que te gerou e deu à luz. Medita e entende, que na tua maldade, esse era o teu destino. Todavia, o amor de Deus é mais forte, assim, a Cruz de Cristo que era um instrumento de morte, transformou-se em árvore de vida.
Neste mundo, os homens são um pouco como as árvores: os mais fortes tentam impedir que os mais pequenos ou mais fracos cresçam e medrem, e assim, em lugar de possuirmos uma Lei de Amor, usamos a lei da selva.

ATV

domingo, 18 de setembro de 2011

Para o meu grande amigo, Valdemar!

Quero muito sinceramente dizer-vos que enviei este poema ao Valdemar e que ele ao transcrevê-lo para o seu Blogue/Gaivotas do Niassa o deixou incompleto por mero descuido. Assim, ao colocá-lo no meu Blogue Coisas do Verde, tentei repor a verdade, dando-lhe o completo sentido que me parece mais adequado às ideias que nele procurei inserir.

Escutar a voz da razão
Que nos fala de amizade
Que brota do coração
Com enorme ansiedade
Encontramos sempre um irmão
Que só diz a verdade...
Porque no seu mundo
Com seu modo de viver
Conserva o amor profundo
Enquanto cá estiver...
Que reparte com os amigos
Perfilhando o sentimento
Que no peito fazem abrigos
Nos alvéolos, bem dentro
Dum amável coração
Correndo contra o tempo
Duma forte emoção
Não tira do pensamento
Aquele que é mesmo irmão...
E, sentindo a fresca brisa
Sacudida pelas ondas do mar
Ao encontro de quem precisa
Dum abraço ao Valdemar...
Que recostado no travesseiro
Recorda sem cessar
O seu perfil de Marinheiro...
Deslizando nas águas calmas
Do mar de rosas sem perigo
Que haja paz em nossas almas
Naquele abraço amigo...


Verde



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Tristezas não pagam dívidas...deste nosso Portugal.

Se fossemos  a pensar em tudo
Daquilo que tanto nos afecta
A vida seria um canudo
Por tudo o que não presta...
Atónicos com a crise
Duma realidade funesta
Do mais pequeno deslize
Daquele que pouco acerta
Mesmo que tudo memorize
Ficará de boca aberta...
Num tom de sua efígie
Mostrando cara de pateta
Que também aflige
O mais valente atleta...
E, muito pior para o parolo
Que já nada detesta
Porque tem pouco miolo
Dentro de sua testa
Canta fora e dentro do gaiolo
Para ele é sempre dia de festa...
Coitado, por vezes assumido
Mesmo quando não come
Tem lapsos de divertido
Mesmo acossado pela fome...
Julga-se muito feliz
Ao jeito de gargalhada
Senhor do seu nariz
Que não tem nada de nada
É este o seu cariz
No mundo da trapalhada...







quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Carradas de carne até fartar...











Seios naturais de americana pesam 50 quilos!
Mais um recorde do Guinness: a americana Annie Hawkins-Turner, de 52 anos, possui os maiores seios naturais do mundo. 'Norma Stitz', como é conhecida, permanece há 12 anos com este recorde. Cada seio de Annie tem 109,22 centímetros de circunferência e pesa 25 quilos. O seu busto mede 177,8 centímetros, segundo o site 'G1'. Annie, natural de Atlanta, no estado da Geórgia, fez vários exames para comprovar que os seus seios eram mesmo naturais. 

Americana reclama ter o maior rabo do Mundo!
Dionne Washington, uma mulher americana do estado do Texas, pesa 222 Kg. Só de rabo tem cerca de 140 Kg e 1,60 m. Sabe disso porque pesou-o, com a ajuda de balanças industriais e de quatro homens que seguraram o seu tronco. É o equivalente a três pessoas do tamanho de Victoria Beckham ou uma panda bebé. Ela acredita ter o maior rabo do Mundo.  Dionne quer aumentar ainda mais o seu rabo pois este é uma “mina de dinheiro” para a mulher. O seu rabo gera uma renda anual de cerca de 100 mil euros na venda de fotografias. “Eu costumava odiá-lo, mas agora é meu recurso favorito”, referiu em entrevista ao jornal ‘The Sun’. Para manter a “forma”, consome cerca de nove mil calorias diariamente. Quatro vezes mais que o recomendado. Por isso, Dionne corre o risco de ter colesterol alto, problemas de coração e diabetes. Mas isso não a incomoda: “Não estou preocupada. Eu adoro o meu corpo e não mudaria nada nele”, fez questão de salientar. Dionne sentia-se desconfortável com o seu corpo e peso na adolescência até que um dia, arranjou um namorado que gostava de mulheres grandes e mostrou-lhe alguns sites que as pessoas consultavam em busca de pessoas como ela. A partir daí resolveu publicar fotos do seu rabo e ganhar dinheiro com isso: “Depois de 48 horas, recebi muitos e-mails de fãs de todo o Mundo para saber se poderiam comprar as minhas fotos”, lembra.


Vaca 'vai às compras' na Áustria!                                           

Laura’ é o nome dado a uma vaca na cidade de Serfaus Tyrol, na Áustria. Até aqui nada de espantoso. A novidade é o facto desta 'gostar de ir às compras', ou pelo menos visitar lojas para ver o que está na moda... A vaca fugiu ao dono e invadiu uma loja de roupa onde andou a passear sem causar danos. ‘Laura’ entrou, viu alguns modelos, mas não pareceu ter ficado muito convencida e saiu sem levar nada. As câmaras de videovigilância captaram o momento.

Para certa gente

Não existe obstáculo

Aquele que é demente

Também dá espectáculo!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A coisa pia fino...

Ao longo da minha vida de 70 anos, fui ouvindo muitas vezes esta pequena mas confusa expressão que me fazia pensar o porquê de: a coisa pia fino. Por isso, compus este pequeno poema para vos transmitir a minha ignorância até descobrir o significado ou coisa parecida...

Desde os tempos de catraio
Como o repique do sino
Ouvia e olhava de soslaio
Porque a coisa pia fino…
Ficava à espera do gesto
Que explicasse tal signo
Como burro de cabresto
Porque a coisa pia fino…
Expressão que muito ouvia
Que até perdia o tino
A pergunta cá dentro ardia
Porque a coisa pia fino…
No pensamento, movia
No meu tempo de menino
Por vezes, nem dormia
Porque a coisa pia fino…
Chegava a certo ponto
Com este corpo franzino
Confesso, um pouco tonto
Porque a coisa pia fino…
Andei de eira em feira
Corri mundo, o destino
E descobri na algibeira
Porque a coisa pia fino…
Num papel amarrotado
Sem linhas, descuido latino
Da escola, emaranhado
Porque a coisa pia fino…
O sinónimo, encontrei
Concluindo o meu critério
Em pesquisa de ladino
Penso, desta vez acertei:
Pia fino é um caso sério
Porque a coisa pia fino…

Nossa Senhora do Vencimento!

Por mero acaso, deambulando pelo nosso país, passei nesta pequena localidade entre o Pinhão e S. João da Pesqueira, no Alto Douro Vinhateiro. Com a crise reinante que nos cerca por todos os lados, (pensando sempre no vencimento que é alma do pobre) acredito que, muito em breve, este será um local de grandes peregrinações... À cautela, fotografei e registei o local. Nunca se sabe o dia de amanhã! (Aceitam-se inscrições para viagens de autocarro e comboio)
  
Quando o mês acaba
Ou vai indo para o fim
Vou andando na crava
Ou então, coitado de mim…
É assim todo o ano
Mas com o subsídio de férias
É roupa de outro pano
Já digo mais umas lérias
Ou será puro engano?
Com o décimo quarto mês
Porque ao cortar-lhe um bocado
Volto ao ponto da gaguês
Contudo, vou sentindo algo
No meu íntimo, cá dentro
Torno-me num fidalgo
Com o nobre pensamento
Correndo como um galgo
P´ra Senhora do Vencimento…
Tenho fé um pouco falsa
Quando vejo o meu recibo
Meto-o no bolso da calça
Deixo de ser mendigo…
E, neste vai e vem
Ao longo da minha vida
Vai havendo também
Porta de entrada e de saída…
Esperando sempre o milagre
Da Nossa Ilustre Senhora
Que nos livra do fel e vinagre
Com sua mão Protectora…
Esperançado, fico esperando
Novo vencimento, sem demora
À Senhora vou lembrando
Que me salve a toda a hora…
Há quem diga, com espanto
Para que servem as Capelas?
Que surgem lá no alto
E nós, socorremo-nos delas…
Ora digam qual o argumento
Para tais afirmações?
Se a Senhora do Vencimento
Nos acode nas aflições…
Provendo para o nosso contento
Equilíbrio das imperfeições
Mesmo que o governo
Nos vá subtraindo os tostões…
Feliz daquele que acreditará
Isto até vale uma aposta!
Pois, só ela nos salvará
Da hipotética bancarrota…