quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Quem quer casar com a carochinha?




QUER CASAR? VAI CASAR?
Conheça as tradições, superstições, amuletos e muito mais...
Tudo como manda o figurino.
... não vá o diabo tecê-las...
Existem muitas superstições e tradições ligadas ao casamento. A maioria das pessoas não sabe a sua origem ou o porquê da mesma. No entanto, todos ou a grande maioria dos noivos, tentam estar a par de tudo no que ao casamento diz respeito, sempre em nome da felicidade e do amor.
Portanto, em nome do amor e da felicidade conjugal, aqui poderá encontrar as respostas ás suas dúvidas.
"O casamento deve combater um monstro que tudo devora: o costume"
citação de Honoré de Balzac
“Muitas felicidades a todos”.
...em nome do Portal de Astrologia e Esoterismo.
Não corra o risco de não se casar!
Não deixe ninguém lhe varrer os pés, pois lhe varreria a sorte.
Não experimente alianças de casamento de outras pessoas. Você não quer viver o casamento dos outros, quer o seu!
Não se sente ao canto da mesa. Você não quer ficar “ao canto”.
No decorrer do seu namoro, o par de namorados não devem ser padrinhos de casamento de outros.
O anel de noivado:
O anel de noivado usa-se no dedo anelar da mãe esquerda. Desde os egípcios que o anel de noivado é usado neste dedo: eles acreditavam que nele existia um vaso sanguíneo com a ligação mais directa ao coração. E quem não quer chegar pelo caminho mais curto ao coração de sua amada?
O anel de noivado já foi de vários materiais, desde o couro entrançado a simples argolas de ferro ou de ouro. O anel de noivado simboliza a promessa de fidelidade, afecto e compromisso entre os noivos. Do século IV a.c. vem o anel mais antigo do mundo e era feito de couro trançado ou junco. As futuras esposas recebiam um desses anéis quando eram pedidas em casamento, e na cerimónia de casamento representava a aliança.
O anel de noivado deve ter pelo menos um diamante.
O diamante é o símbolo dos apaixonados. Na Antiguidade, o diamante era chamado «Pedra de Vénus». A Deusa Vénus é a Deusa do Amor, da prosperidade. O nome dado ao diamante advinha do seu intenso brilho, que era relacionado com o resplandecente brilho do planeta Vénus. Assim, sendo que Vénus representava o amor, os diamantes passaram a ser vistos como objectos advindos de Vénus e por isso relacionados com o feminino e com a paixão. Na Grécia, o diamante era chamado de «adamas», que significa: eterno, invencível. Pois na verdade o amor é eterno, e também o são os diamantes, símbolos da eternidade desta Deusa que apesar de todas as lutas para ser apagada da história, jamais se desvaneceu.
O diamante foi caracterizado como jóia da noiva a partir do século XV. Do século XVII ao XIX, usavam-se argolões como anéis de noivado. No século XX, ficou emhttp://www.astrologosastrologia.com.pt/casamento_magia_ficheiros/image011.gif moda o “chuveiro” de diamantes, mais tarde a aliança de diamantes e depois o solitário, sendo este o estilo mais usado actualmente.
O anel de noivado poderá no entanto ter outras pedras preciosas...
Se for esse o caso, seguem alguns simbolismos das pedras preciosas. Uma safira num anel de noivado significa felicidade conjugal. A pedra aquamarine, sendo um símbolo de honestidade e lealdade, representa harmonia marital e representa um casamento longo e feliz.
.... mas não escolha um anel de noivado com pérola:
Por lembrarem uma lágrima, pela sua forma, as pérolas estão associadas á má sorte e portanto escolha outra pedra preciosa para compor o anel de noivado.
Antes do casamento:
A despedida de solteiro:
Todos os noivos programam uma “despedida de solteiro”. Parece uma “modernice” mas fiquem sabendo que não o é! Não inventámos nada. As despedidas de solteiro originaram-se pelos soldados Espartanos. Eles despediam-se dos seus dias de solteiros com festas estonteantes. Eis um argumento a apresentar á vossa cara-metade quando lhe falarem em despedida de solteiro, e virem um sobrolho a franzir!...
O noivo não pode ver a noiva com o vestido antes da cerimónia do casamento:
Quase todos os povos têm esta tradição milenar.
Vem-nos esta dos tempos primitivos, em que ninguém podia ver a noiva antes de ela pertencer ao grupo das mulheres casadas.
Em alguns países árabes (especialmente entre os muçulmanos) o casamento é literalmente celebrado pelos homens, seja pelo pai da noiva (que espera em outra sala) e o seu pretendente e futuro marido. Somente depois é que a noiva e o futuro marido se encontram. A tradição também ensina que o homem não pode tocar em nada que pertença à noiva, a não ser objectos de vidro e ouro, para não quebrar o encanto do matrimónio.
Ao sair de casa:
Tanto o noivo como a noiva, devem sair de casa com o pé direito.
Na véspera do casamento, os noivos não devem dormir sob o mesmo tecto. Dá azar. Para quem já vive junto antes do grande dia, fica complicado! Tradição a quanto obrigas!
Antes de sair para a cerimónia a noiva deve dar o último ponto no vestido.
O casamento- a cerimonia-  a festa:
Se actualmente os pais dizem que os seus “filhos se casam” nem sempre foi assim. Antigamente, no período do reino do sistema patriarcal “os pais casavam os filhos”, e davam-lhes casa, propriamente dito, cedendo à nova família uma parte de suas propriedades, casa e terras. Daí o “casar”, dar casa.
A escolha do dia do casamento:
Nunca casar a dia 13, por se considerar um dia azarento.
Nunca se casar ás 12h00: o meio-dia seria a hora em que o diabo anda à solta!
O dia de sábado é considerado o dia mais azarento para casar, de acordo com o folclore inglês. É no entanto este o dia mais escolhido para casar.
“Não casar em Janeiro, para não ter problemas de dinheiro”. De igual forma não deverão os noivos casar em Agosto, pois “casamento em Agosto, casamento de desgosto”. Já só sobram 10 meses para casar...
Deverão os noivos ver em que lua se casarão, pois se é bom casar em quarto crescente, em minguante já não. Isto para o amor não se desvanecer.
Diz a tradição que, se casa um, não casa o outro irmão: Dois irmãos não devem casar no mesmo dia, senão um deles não será feliz no casamento.
Como diz o ditado “casamento molhado, casamento abençoado!”, assim se chover no dia da cerimónia, auspicia-se um casamento feliz. Tal ideia veio da tradição hindu, pois de acordo com esta, chover no dia do casamento é sinal de sorte.
Os casamentos no mês de Junho são muito populares. Onde se foi buscar esta tradição? Os romanos tinham um Deus do casamento, nascimento e do coração. Chamava-se este Juno. Daí os casamentos em Junho, para por este serem apadrinhados. Para além disso, os japoneses têm um ditado que ensina que as noivas se devem casar em Junho (June bridal) para que a união perdure por muitos e muitos anos. No entanto, no Brasil, um outro mês preferido é o mês de Maio, por ser o mês de Maria.
As jóias do casamento:
As alianças de casamento são usadas no mesmo dedo que o anel de noivado, e pelas mesmas razões.
A noiva muitas vezes se pergunta que jóia usar para combinar com o seu vestido de noiva. Diz a tradição que, a noiva não deveria usar ouro, e no dia do casamento deveria usar uma jóia do alguém que tenha vivido feliz. A jóia a usar, nunca deverá em caso algum ter uma única pérola, pois “por cada pérola que mostrar, passará uma noite a chorar”.
A aliança:
O que significa a “aliança”?
Em tempos primordiais, simbolicamente o casamento fazia-se pela simples união das mãos.
Com o passar dos tempos passaram a existir anéis e aros. Só depois surgindo  o ritual da bênção das alianças, que ficaram como símbolo de amor duradouro e sinal visível do estado de casado. A aliança, quer seja a que conhecemos agora, quer seja a aliança tal como existiu em outros tempos, sempre foi o símbolo da união, o símbolo do casamento.
O primeiro significado para o termo “aliança” é encontrado na Bíblia. Deus fez duas alianças com os homens: por um lado, a Antiga Aliança referida no Antigo Testamento e que corresponde ao judaísmo por outro a Nova Aliança referida no Novo Testamento e que corresponde ao cristianismo. Acredita-se que no seu êxodo, o povo judeu transportava a arca que Moisés recebeu contendo os Dez Mandamentos (a Arca da Aliança). Somente alguns séculos depois o termo “aliança” assume o seu significado actual de “anel de casamento”.
O termo aliança, diz-se “bérith” em hebraico e possui o sentido de compromisso.
O termo “aliança” tem origem no latim alligare, e significa "compor”, “ligar-se a".
No português medieval significava um compromisso, no sentido religioso-politico-jurídico.
Em sentido esotérico: a aliança é um talismã, e por isso possui poderes mágicos: é o protector simbólico da união. Ao mesmo tempo que une os casados, os isola das outras pessoas e das suas influências, interferências. A sua forma circular representa a eternidade do amor e o ouro amarelo é sinal de sentimentos nobres.
Superstições relacionadas com a aliança:
Para que o casamento dure, os noivos deverão passar um pedaço de bolo de noiva através da aliança. Se a aliança cair na cerimónia, isso é mau sinal...
Indumentaria da noiva:
O véu:
Qual a origem do véu?
Os antigos gregos e romanos iniciaram a tradição do véu da noiva.
A noiva é “o alvo preferencial dos maus espíritos “.
 Era esta a crença pagã de onde provêm grande parte das superstições ligadas ao dia do casamento. Assim sendo, a noiva tapava a cara com panos (o que deu origem ao nosso véu da noiva) e fazia-se acompanhar de mulheres vestidas de igual modo e com um bouquet semelhante ao dela, de forma a enganar esses maus espíritos e impedi-los de reconhecer a noiva (o que deu origem ás damas de honor). Também com o intuito de afugentar os maus espíritos, se prendiam diversos utensílios de metal, como canecos, á carruagem nupcial, o que resultou actualmente nas latas que se atam ao carro dos noivos. O termo “véu” surge em referência à Deusa Vesta, a protectora do lar na mitologia greco-romana.
Com o surgir do cristianismo o uso do véu, que estava amplamente enraizado na população, não foi retirado mas simplesmente adaptado: passou a ser interpretado como sinal de castidade e modéstia.
Em árabe, “véu” se diz “hijab” e significa “o que separa duas coisas”, representando a separação da vida de solteira, para entrar na vida de casada.
Em diferentes culturas muitas noivas ainda escondem a face por detrás do véu, sendo que, só depois da cerimónia é permitido ao noivo levantar o véu e conhecer o rosto da sua mulher.
Os noivos judeus levantam o véu da noiva antes do início da cerimónia. Dá sempre jeito verificar com quem se vai casar!
A Grinalda:
A grinalda diferencia a noiva dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.
O vestido da noiva:
Branco ou preto?
Na Grécia e em Roma, existem relatos de que as pessoas usavam roupas brancas em celebrações importantes, como o nascimento e o casamento.
Na Idade Média, não havia cor específica para a cerimónia sendo a cor mais usada o vermelho (simbolizava o sangue novo e a energia necessária para perpetuar a família; ainda hoje em dia, as noivas chinesas vestem-se de vermelho, pois na China antiga significava o amor e a alegria), o verde ou o preto (exemplo da noiva tradicional do Minho). Sendo esta ultima, a cor típica do vestido de casamento em Portugal, antes do século XX.
A tradição ocidental da cor branca do vestido de noiva só foi iniciada e popularizada em Inglaterra em 1840, pela Rainha Victoria, no seu casamento com o príncipe Alberto. Altura a partir da qual, a realeza europeia adoptou o vestido branco em definitivo O branco simboliza a castidade e a pureza
Superstições quanto ao vestido:
Actualmente, as cores que em outros tempos fizeram o vestido da noiva, são de mau agouro. Assim, se o vestido não for branco, pode ser azul mas nunca preto (simboliza a morte) ou verde (pois está associado à infidelidade).
A noiva não deve participar na confecção do seu próprio vestido, nem deve fazer mais do que uma prova do vestido, nem vesti-lo completamente pronto antes do dia do casamento
Nenhuma mulher presente na cerimónia deverá usar um vestido mais comprido que o da noiva (isto fica complicado com os vestidos das noivas cada vez mais curtos que há no mercado!...).
Uma coisa velha, uma nova, uma emprestada, uma azul...

Se geralmente as noivas conhecem a tradição da noiva usar uma coisa velha, uma coisa nova, uma coisa emprestada e uma coisa azul, poucas sabem o porquê, ou o que significa.
- o velho simboliza o passado e a continuidade;
- o novo significa optimismo, a esperança e a vida futura;
- o emprestado significa a felicidade que deverá ser partilhada por um casal já casado
- o azul simboliza fidelidade, amor eterno e pureza. Esotericamente, o uso da peça azul visa cortar a inveja das solteiras...
O ramo de flores:
Um bouquet um amuleto.
A tradição da noiva levar um bouquet surgiu na Grécia Antiga. Durante o trajecto até ao altar a noiva recebia flores e ervas aromáticas das amigas. O ramo simbolizava a fertilidade e garantia protecção á nova família. Era uma espécie de amuleto contra o mau-olhado, e no qual também se juntava o alho para afastar os maus sentimentos.
Durante muito tempo a flor de laranjeira foi a preferida das noivas para compor o seu bouquet, simbolizando esta a pureza e virgindade. Actualmente outras flores lhe são preferidas, no entanto ainda há noivas, as conhecedoras dos costumes, que colocam entre as flores uns raminhos de arruda para proteger do mau-olhado, ou de alecrim e manjericão para atrair a boa sorte.
Se o noivo não pode ver o vestido antes do casamento, já quanto ao ramo a situação inverte-se pois é o noivo quem deve oferecer o bouquet,
O lançamento do ramo:
No final da cerimónia a noiva lança o seu ramo em direcção das mulheres solteiras. Sabia que o bouquet é um talismã? Visa dar sorte àquela que o agarrar, sendo essa a próxima a casar. Igualmente no sentido de partilhar a boa sorte, sendo no entanto uma prática em desuso, a noiva pode distribuir pedaços do véu pelas amigas.
Lançar arroz aos noivos
O rito de lançar arroz aos noivos é um rito igualmente milenar. Significa o desejo de dar sorte, felicidade e prosperidade aos noivos.
Os grãos de arroz simbolizam a fertilidade, por isso ao se lançar arroz está-se a desejar aos recém casados que tenham muitos filhos e fartura na sua vida. Em vez de lançar arroz há quem prefira lançar pétalas de flores, o sentido é idêntico. Em certas culturas ainda se lançam aos noivos pedaços de pão, bolo e doces.
Em nome do amor e da sorte:
Para adoçar o casamento as noivas colocam açúcar dentro das luvas.
Para que o amor e a paixão não desvaneçam, a noiva deve esconder um fósforo algures na lingerie, mantendo assim a chama acesa por muitos e longos anos.
Porque em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão, em vista da prosperidade monetária do casal, a noiva deve colocar uma moeda dentro do sapato. Tem este costume origem antiga, pois nos tempos de Roma visava apaziguar a Deusa Diana, a deusa da castidade...
A festa:
Todo casamento tem uma festa, ritual tão antigo quanto o próprio casamento. O banquete é oferecido pelos pais dos noivos e representa a união das duas famílias.
O bolo
Qual a origem do bolo de casamento?
A tradição do bolo nupcial remonta à antiga Roma.
O trigo usado na confecção do pão, é um símbolo de prosperidade, e um talismã para os noivos. Por isso, depois da cerimónia, na festa do casamento quebrava-se um pão doce (bolo de frutas, cereais, amêndoas e mel) por cima da cabeça da noiva, para lhe dar boa sorte. Os convidados comiam as migalhas que se espalhavam, pois consideravam que davam sorte a quem as recolhesse e comesse, e também asseguravam a felicidade da noiva.
Na Idade Média:
Aquela tradição evoluiu e na Idade Média em Inglaterra, os convidados traziam pequenas tortas que empilhavam no centro de uma mesa, devendo os noivos beijarem-se por cima do bolo para garantir uma vida farta. O bolo continuava sendo um símbolo de sorte e prosperidade.
Desta brincadeira feita pelos convidados aos noivos nasceu a tradição do bolo de casamento por andares ou “empilhado”.
Dizia-se que, quando uma mulher solteira colocava um pedaço de bolo de noiva debaixo da almofada, sonhava com o futuro marido.
Cortar o bolo
Qual o significado inerente ao corte do bolo pelo noivos?
Segundo as antigas tradições, os recém-casados cortam o bolo com o significado de que dividem a sua vida com a comunidade. A parte inferior do bolo representava os noivos como família, e a parte superior o casal. Cada nível que viria acima desses dois representava os filhos que o casal esperava ter.
O bolo clássico que hoje conhecemos (branco, de três andares) ainda simboliza o compromisso, o casamento e a eternidade.
Actualmente é hábito congelar algumas fatias do bolo para serem comidas no primeiro aniversário de casamento ou no baptizado do primeiro filho do casal.
Os recém-casados cortam a primeira fatia do bolo juntos e deve ser a noiva a comê-la, para garantir a fertilidade. Todos os convidados devem provar o bolo, a fim de também terem sorte (vem esta tradição da antiga Roma).
ETIQUETA e tradição:
Qual o protocolo a seguir?
O noivo deve chegar antes da noiva, com pelo menos meia hora de antecedência.
Tanto o noivo quanto a noiva devem entrar na igreja em cortejo. O noivo entra de braço dado com sua mãe ou madrinha e a noiva com seu pai ou padrinho.
A noiva não deve se atrasar mais que meia hora. Ao entrar, a noiva deve colocar-se do lado esquerdo do noivo. Porquê? Porque em tipos idos os homens tinham a sua arma do lado direito e ficando a noiva do lado esquerdo tinha mais liberdade de movimento. Se algum homem lhe tentasse "roubar" a futura esposa, este a defenderia com a espada usando o braço direito para o combate. Outro significado para esta tradição era que a noiva ao assim posicionar-se afastava o risco de infidelidade.
Dentro da igreja, cada convidado do lado de quem o convidou.
Assim os convidados da noiva ficarão atrás  dela do lado esquerdo da igreja. Os convidados do noivo ficarão atrás dele, à direita. Os primeiros bancos são destinados aos familiares mais directos. No primeiro banco devem estar os pais, avós e padrinhos de baptismo. No segundo, outros parentes próximos e as testemunhas. Os outros convidados podem se sentar onde desejarem.
Na festa ou banquete tem de haver alguém da família para recepcionar as pessoas que forem chegando.
Não é pedido aos noivos para fazerem maratonas para chegarem os primeiros, tem é que lá estar alguém para acolher os convidados.
Os pais dos noivos devem sentar-se em mesas próximas à destinada ao novo casal, senão na mesma mesa, se for uma mesa corrida, mas depois dos padrinhos que se sentarão imediatamente ao lado dos noivos.
A chegada a casa
A noiva deve entrar em casa ao colo do noivo
É um costume oriental. Acredita-se que os génios ruins, que atacam apenas as mulheres, ficam á espreita e espera da noiva na porta do quarto nupcial. Assim, o marido ao carregá-la ao colo, protege-a para evitar que ela "pise" em algo ruim.
Outras teorias defendem que é para impedir o azar que seria a noiva cair à entrada de casa, ou se a noiva entrasse na nova morada com o pé esquerdo. Uma quarta explicação remonta ao costume anglo-saxónico, em que o noivo raptava a noiva e carregava-a às costas.
Passar o umbral da porta nos braços do noivo pode ainda significar que o noivo a protegerá para sempre e que a noiva aceita o convite para acompanhá-lo.
A cama doce
Acredita-se que uns grãozinhos de açúcar na cama servem para adoçar o princípio de uma nova etapa da via: o casamento. Bem como o que segue aquando da chegada a casa....
a lua de mel
Existem várias versões para a origem da “lua-de-mel”.
--- A Lua-de-mel pode ter origem no povo germânico: os casamentos aconteciam na fase da lua cheia e que, a seguir ao casamento e durante 30 dias, os noivos bebiam uma poção preparada à base de mel (hidromel). Actualmente, a lua-de-mel ocorre nos 15 dias após o casamento, 15 dias de férias num local romântico.
--- Mas este costume também poderia ter nascido em Roma: depois da festa de casamento, quando os casais iam para casa na noite de núpcias,  os convidados e parentes pingavam gotas de mel na porta, desenhando uma lua, para dar sorte e que eles tivessem uma “vida doce”
--- Origem oriental: os antigos persas diziam que a lua de mel é seguida pela lua de absinto (bebida amarga).
--- Os judeus acreditam que casar na lua crescente é prenúncio de felicidade.
Outras tradições do mundo relativas ao casamento :
NO JAPÃO: o casal de noivos bebe 9 goles de sake, tornando-se marido e mulher a partir do primeiro gole.
NA CHINA: A cor do amor é o vermelho. Durante a cerimónia o casal bebe vinho com mel de
dois copos atados com uma fita vermelha.
EM FRANÇA: os franceses muitas vezes fazem brindes num copo especial com duas pegas, especial para os noivos.
NA INGLATERRA: acredita-se que se a noiva encontrar uma aranha no vestido de casamento, esta trará sorte ao casamento. Para os ingleses a quarta-feira é considerado o melhor dia para casar.
NA ALEMANHA: a noiva transporta sal e pão no seu bolso para assegurar recompensa e o noivo grãos de cereais, para dar saúde e sorte.
NO EGIPTO: para dar sorte as mulheres beliscam a noiva no dia do seu casamento.

4 comentários:

Valdemar Ribeiro Alves disse...

Tenho a impressão que o melhor é um gajo ficar solteiro!

edumanes disse...

Teu longo texto casamenteiro
No caminho à procura da felicidade
Para o ler levei um dia inteiro
Viva o amor, a sorte e a liberdade!

Longo e verdadeiro
Corre riscos para lá chegar
Continua a escrever companheiro
Para a gente sempre comentar!

Bom fim de semana,
um abraço
Eduardo.

TINTINAINE disse...

Fui até meio, mas não tive fôlego para ler o resto.
Talvez aqui volte um dia para ler o resto.

Observador disse...

O Amigo Verde não «pica o ponto» muitas vezes, mas quando o faz é como diz o Tintinaine de deixar o Leitor sem fôlego, eu que me estico um bocadpo nalguns textos ao pé deste sou um principiante.
Mas quanto ao seu conteúdo que é o que interessa, e no que a mim diz respeito, a única coisa que encontrei em comum, foi talvez o uso das alianças, que «calsei» pela primeira vez fez á dias 44 anos, e que entretanto já se gastou, e estou a ver que pelo andar da carruagem a que a veio substituir ainda vai ter de ser trocada tendo em conta que já perdeu para aí metade do seu peso inicial, e eu faço questão de por cá andar mais uns tempos, para acabar com ela.
De qualquer modo, mesmo não seguindo as tradições aqui expostas, a coisa até nem tem corrido mal, como se constata pelo tempo decorrido desde a ida ao Registo Civil de Alenquer nos idos de 1969.
Um abraço
Virgilio